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IMD recebe ministro Marcos Pontes para inauguração do Programa Ciência Conectada

09/08/2019 | Texto: Felipe Araújo / Fotos: Thércio Leite | UFRN | VISITA


Texto: Felipe Araújo / Fotos: Thércio Leite

O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) recebeu, na manhã desta sexta-feira (9), a visita do titular do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o ex-astronauta Marcos Pontes. Ele veio lançar a primeira fase do Programa Ciência Conectada, que prevê a ampliação de uma infovia de cabos de fibra ótica, denomina Rede Ipê, responsável por interligar instituições de ensino como universidades, instituto federais e escolas públicas.

Com a ampliação, a velocidade de internet nessa rede passará de 10 para 100 Gigabits por segundo – mil vezes a capacidade de uma banda larga doméstica comum. A primeira fase do programa deverá levar o serviço para 77 localidades. Elas compreendem seis Estados – dentre eles, o Rio Grande do Norte –, 16 cidades e 64 instituições de ensino e pesquisa. A previsão é que, até 2021, sejam finalizadas as 16 redes metropolitanas, permitindo conexão de internet para mais 1,3 mil escolas. O investimento será da ordem de R$ 80 milhões.

Instituto

Na ocasião da visita, o ministro Marcos Pontes foi recebido, dentre outros, pelo reitor da UFRN, professor Daniel Diniz, e pelo diretor geral do IMD, professor José Ivonildo do Rêgo. Foi feita uma breve apresentação do Instituto e seu funcionamento no que diz respeito aos cursos oferecidos, projetos desenvolvidos e as atividades do Parque Tecnológico Metrópole Digital e da incubadora de empresa Inova Metrópole.

Ministro foi recebido pelo reitor Daniel Diniz e pelo diretor geral do IMD, Ivonildo Rêgo, ocasião em
que conheceu detalhes do funcionamento do Instituto

 

Em seguida, Pontes foi realizar o lançamento oficial do Programa Ciência Conectada no auditório do IMD. O evento foi assistido por autoridades acadêmicas da UFRN, professores e alunos do Instituto, e contou com a participação de representantes de outros ministérios e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), Organização Social vinculada ao MCTIC e responsável pela execução do Ciência Conectada.

RNP

O evento foi aberto pelo diretor nacional da RNP, Nelson Rodrigues, que, na ocasião, expôs sua satisfação por participar do lançamento do programa. "Para mim, esse momento é muito simbólico, pois marcamos o surgimento de uma nova geração de oferta de internet no Estado. Essa nova infraestrutura servirá para os próximos 25 anos e representa um importante fator para os municípios, que hoje precisam não apenas de eletricidade e água, como antigamente, mas de conexão e de inovação", comentou o diretor.

Compartilhando a mesma linha de pensamento, o coordenador geral de tecnologia e inovação da educação básica do Ministério da Educação (MEC), Alexandre Mathias Pedro, comentou sobre o valor positivo do programa para o Rio Grande do Norte. "A conexão abre as portas para o mundo. Eu mesmo estudei em escolas públicas e, para mim, uma das maiores necessidades dessas instituições é infraestrutura de qualidade e isso inclui, evidentemente, redes de internet", ressaltou o coordenador.

Marcos Pontes

Em sua fala, o ministro Marcos Pontes abordou a importância do conhecimento científico e do trabalho conjunto que é necessário para colocar o programa em prática. "Para conectar milhões de pessoas, é necessário o nosso trabalho em equipe e é muito gratificante poder contar com a integração de vários ministérios e instituições de ensino, como é o caso da UFRN", destacou ele.

Pontes também dedicou parte de seu discurso para comentar sobre a UFRN e o Instituto Metrópole Digital, em especial no que diz respeito ao Parque Tecnológico, que, de acordo com o ministro, oferece um modelo de distribuição de conhecimento e inovação que tem o mérito de se espalhar de maneira eficaz para toda a sociedade.

Ele ainda manifestou sua satisfação com relação ao trabalho feito em parceria com a RNP. "Antes só se enxergavam as conexões de alta velocidade em âmbito de gerenciamento de dados, especificamente voltado para setores de computação. Hoje, essa troca de informações acontece também em muitos outros âmbitos das instituições de ensino, e é importante que tudo flua de maneira rápida e eficaz", afirmou.

Reitor

Em seu discurso, o reitor Daniel Diniz ressaltou a atuação da UFRN na área de ciência, tecnologia e educação e exemplificou citando a importância do próprio do IMD para esses setores dentro da Universidade. "O Instituto é um exemplo de inovação, que contempla o ensino desde o nível técnico até o doutorado, integrando pesquisa, educação e empreendedorismo em um só lugar", destacou ele.

O reitor Daniel Diniz falou da atuação da UFRN na área de ciência, tecnologia e educação, utilizando
o IMD como exemplo exitoso

 

O reitor também fez referência à Rede Giga Metrópole, ação da UFRN que fornece internet por meio de fibra ótica para mais de 350 escolas de Natal e municípios próximos, e para 85 instituições das áreas de saúde e de segurança pública. A estrutura foi construída em parceria com a representação local da RNP, executora do projeto.

“Conseguimos hoje atender a várias instituições todos os dias. Ou seja, o programa Ciência Conectada se trata de uma grande complementação desse trabalho, de modo que todos nós consigamos oferecer internet de fibra ótica a ambientes afastados, como zonas rurais", afirmou Daniel Diniz.

Dentre as empresas da incubadora Inova Metrópole visitadas pelo ministro, esteve a Void 3D, especializada
em prototipagem e fabricação de impressoras 3D

 

Ao final do evento de inauguração, o ministro e sua equipe visitaram algumas das empresas incubadas na Inova Metrópole, ocasião em que foi acompanhado pelo reitor Daniel Diniz, o diretor geral do IMD, Ivonildo Rêgo, o diretor do Parque Tecnológico, Anderson Cruz, e a gerente executiva da incubadora, Iris Pimenta.

Parque Metrópole completa dois anos e já reúne 46 empresas e 700 empregos

07/08/2019 | Ascom/IMD | PARQUE TECNOLÓGICO


O Parque Tecnológico Metrópole Digital completa dois anos de criação, neste mês de agosto, com números e visibilidade que dão motivos para comemoração: já são 46 empresas credenciadas e instaladas em sua área geográfica, que geram cerca de 700 postos de trabalho.

Criado em 2017, por iniciativa da UFRN e por meio do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), o Parque tem o objetivo de criar um polo de Tecnologia da Informação (TI) em Natal. A ação funciona de modo a incentivar o setor tecnológico, mas também tem impacto sobre a economia de modo geral, já que as soluções criadas na área de TI costumam ser incorporadas tanto na indústria como no comércio.

O rápido crescimento do Parque não passou despercebido. No mês de junho, seus diretores foram convidados para fazer uma apresentação sobre sua criação e funcionamento em uma audiência pública no Senado Federal. O evento foi promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia da instituição e para ele foram convidados apenas três parques tecnológicos do país.

“Essa audiência pública se deu como parte de um movimento para se criar uma frente parlamentar sobre parques tecnológicos. Ou seja, já se percebe, inclusive no Congresso, que esses ambientes são promotores do desenvolvimento regional”, explica o diretor do Parque Metrópole, Anderson Paiva Cruz.

Empregos

O diretor destaca que quase 60% dos empregos gerados nas empresas instaladas no Parque são para profissionais qualificados, que tenham nível de formação técnica, superior ou de pós-graduação.

“Isso demonstra que, em nosso contexto, são criados empregos em todos os graus de formação, mas a maioria é para a ocupação de vagas que exigem um maior valor agregado. E isso contribui para promover, de fato, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região”, diz o diretor.

Dentre as empresas que vieram compor o Parque neste ano está uma das mais tradicionais do mercado de tecnologia do Estado, a Interjato, em funcionamento desde 1995.

“Aqui estamos no berço tecnológico do Estado, podemos fazer parcerias e gerar negócios mais facilmente. Mas isso também significa fazer parte de um projeto maior. E, integrando o Parque, temos planos de desenvolver inovação e tecnologia no setor de conectividade e demais serviços correlatos”, conta o CEO da empresa, Erich Rodrigues.

Assim como ocorre com a Interjato, a maior parte das empresas que compõem o Parque atualmente são do próprio Rio Grande do Norte. Parte delas já existia e se mudou para a região e outra parte foi criada dentro da incubadora do Parque, a Inova Metrópole. Além disso, existe uma terceira vertente, composta por empreendimentos que já foram criados com o objetivo de se instalar na área.

Futuro

Para o futuro, o Parque vem desenvolvendo estratégias e parcerias para trazer empresas de fora do Estado e, dentre elas, uma que, por seu tamanho e importância, possa funcionar como “âncora”. Anderson Cruz conta que, para isso, está sendo feito uma colaboração com o Sebrae, que deve ajudar nessa captação.

“Para o desenvolvimento de qualquer polo tecnológico, é importante que existam empresas de diversos portes. A empresa âncora atrai clientes, traz visibilidade e gera negócios internamente, pois ela própria demanda serviços de empresas de outros portes. Ganha todo o ecossistema de empreendedorismo e inovação”, explica o diretor.

Outra ação que vem sendo desenvolvida diz respeito à disponibilização, para as empresas que estão ou se interessam em ingressar no Parque, de parcerias com pesquisadores e laboratórios da UFRN para o desenvolvimento de serviços ou produtos da área tecnológica. A atividade é conhecida como “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

Para isso, o Parque vem atuando em duas frentes: em uma delas, fez uma parceria com a Funpec, para que a fundação faça prospecções de empresas que podem se interessar em realizar parcerias de PD&I com o IMD e a UFRN.

Em uma segunda frente, está sendo elaborada uma cartilha que vai relacionar dezenas de ações de pesquisa desenvolvidas na UFRN e que são passíveis de, por meio de convênios, contribuírem para o desenvolvimento de produtos e serviços tecnológicos que possam ser usados por empresas e instituições.

UFRN

Gerenciado pelo Instituto Metrópole Digital (IMD), unidade acadêmica especializada da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Parque Metrópole se constitui a partir da proposta de parque tecnológico urbano, tendo sua área geográfica compreendida em meio aos bairros que ficam no entorno do Campus Universitário.

Ele oferece várias condições favoráveis para as empresas que desejam se credenciar à sua estrutura, que vão desde vantagens fiscais – em impostos como ISS e IPTU –, passando por ampla oferta de serviços na área de TI, até a oferta na área de PD&I, que leva em conta a expertise acadêmica do IMD e da UFRN como um todo.

O Parque ainda possui a maior incubadora de empresas do Estado, a Inova Metrópole, onde é feito um trabalho de formação e apoio a startups, de modo que muitas delas, depois de estruturadas, estão passando a funcionar dentro do próprio Parque.

Além disso, essa concentração geográfica de empresas de TI proporciona uma maior comunicação entre as empresas, criando oportunidades de aprendizado coletivo e de realização de parcerias e negócios: outra das vantagens de fazer parte dessa estrutura.

IMD recebe visita de representantes da empresa Loggi

01/08/2019 | Ascom/IMD | PARQUE TECNOLÓGICO | VISITA


O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) recebeu, na manhã desta quinta-feira (01), a visita técnica dos sócios da empresa Loggi, maior startup de e-commerce e logística no Brasil. Na ocasião, eles foram recebidos pelo vice-diretor do Parque Tecnológico, Rodrigo Romão.

Foi apresentado aos representantes da empresa a estrutura física e as ações desenvolvidas pelo Instituto, dando ênfase ao Parque Tecnológico Metrópole Digital, a incubadora Inova Metrópole e a formação interdisciplinar que o IMD proporciona, bem como alguns dos projetos desenvolvidos em seu âmbito.

O grupo de dirigentes e profissionais da Loggi que conheceram o Instituto foi formado por André Paim (Head of Reserch da empresa), Guilherme Ribeiro (Employer Branding Coordinator) e os engenheiros de software Akio Nakamura e Rodrigo Soares. Eles também foram recepecionados por assessores do Parque e da incubadora Inova Metrópole.

Palestra

Reconhecida como uma startup unicórnio, empresa cujo valor de mercado alcança 1 bilhão de dólares ou mais, os representantes da Loggi estão em Natal para realizar, na tarde de hoje, uma palestra sobre o impacto de suas ações para o varejo online brasileiro, com enfoque em tecnologia.

O evento acontece na sede do IMD, a partir das 14h. Na ocasião, os profissionais detalharão sobre como a empresa tem atuado na área do comércio online, pontuando os desafios tecnológicos já enfrentados e mostrando todo o caminho trilhado pela equipe para fazer da startup uma empresa bilionária.

IMD

Durante a visita ao IMD, os representantes da Loggi também conheceram o Datacenter, centro de processamento de dados do IMD, e algumas das empresas inseridas nos programas de pré-incubação e incubação da Inova Metrópole.

Segundo Rodrigo Romão, a vista da Loggi é de considerável importância para o Parque Tecnológico, pois se trata de uma oportunidade de apresentar as capacidades e talentos em Tecnologia da Informação (TI) desenvolvidos no estado potiguar.

“A Loggi é uma empresa de logística que já alcançou uma ótima posição no mercado, sendo considerada um “unicórnio”. Dessa forma, recebermos seus representantes é uma oportunidade para eles conhecerem de fato como é que o Rio Grande do Norte e a cidade de Natal estão se preparando para receber empresas desse porte”, avalia o vice-diretor do Parque.

Já para o engenheiro de software da Loggi Rodrigo Soares, graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), voltar à Natal e visitar o Instituto é gratificante, pois, para ele, é “impressionante” ver o crescimento e o desenvolvimento da área de TI no Estado.

“Como ex-aluno da UFRN, me dá um certo orgulho ver como o IMD se desenvolveu e vem fomentando o desenvolvimento de TI aqui em Natal. Espero que nessa palestra de mais tarde a gente consiga, além de apresentar a Loggi, oferecer ao público essa visão de que o mercado, tanto no Brasil quanto no mundo, vem crescendo bastante na área de TI, e mostrar como esse setor é importante e estratégico para região” afirmou o engenheiro.

Inova Metrópole promove evento de graduação do Studio Gepetta

26/07/2019 | Ascom/IMD | EVENTO | INOVA


A incubadora Inova Metrópole vai promover no próximo dia 7 de agosto o evento de graduação de uma de suas empresas incubadas, o Studio Gepetta, especializado na criação de vídeos de animação corporativos e que possui em sua carteira de clientes marcas como a Dior, Luis Vitton e Leroy Merlin.

A graduação da empresa, que acontece a partir das 8h30, no hall da Inova, vai contar com uma mesa redonda sobre o tema “Trajetória Empreendedora: compartilhando experiências e aprendizados”, da qual vão participar o CEO da E-Sig Software, Gleydson Lima, e uma das dirigentes da BlinDog, Luana Wandecy, além da CEO do próprio Studio Gepetta, Andressa Matias.

A startup ingressou na Inova Metrópole em 2015, fazendo parte de seu programa de pré-incubação, mas em curto período, de apenas três meses, evoluiu para a condição de incubada. E agora, depois de passar por todas as etapas da incubadora, conclui seu ciclo, passando a ser uma empresa graduada.

Ideia

Andressa Matias teve a ideia de fundar o Studio Gepetta quando ainda trabalhava como executiva da área de comunicação de uma multinacional na França. “A empresa surgiu de uma constatação. Eu e meu sócio vimos alguns limites do vídeo tradicional e percebemos um mercado que estava se abrindo: o do vídeo animado”, conta a CEO.

Ela explica que as animações funcionam de maneira mais efetiva para comunicar os produtos, serviços ou processos inovadores implementados por uma empresa, devido ao seu caráter lúdico e sua capacidade mais apropriada para traduzir conceitos complicados no formato de storytelling.

“Cada inovação, cada transformação ou evolução empresarial precisa ser explicada e seduzir as pessoas, seja um público externo ou um público interno, quando se tratar de endomarketing, comunicação interna ou empresarial”, esclarece.

Quando decidiu criar a empresa, Andressa também teve a ideia de voltar ao Brasil. Mas, como tinha toda uma carreira construída na Europa, seus primeiros clientes foram empresas francesas. Em seguida, foram captados clientes nos Estados Unidos e só então surgiram as primeiras empresas do Brasil.

Portfólio

Atualmente o Studio Gepetta tem em seu portfólio, além de marcas como a Dior e Luis Vitton, a Federação Francesa de Futebol, o banco BNP Paribas e a Hitachi. A empresa, no entanto, tem clientes de todos os tamanhos. Localmente, já atendeu o Sebrae/RN, a Liga Norte-rio-grandense Contra o Câncer e diversas startups da própria Inova Metrópole.

O principal diferencial do Studio Gepetta, segundo Andressa Matias, está na equipe que a empresa conseguiu constituir, ou seja, no seu capital humano.

“Temos um diferencial artístico, com pessoas que têm a capacidade de adaptação e flexibilidade em termos de estilo gráfico e design. Mas também temos algo mais profundo, que é a capacidade de entender a problemática empresarial e, a partir dela, construir uma história, um conteúdo relevante, que gere uma mudança de comportamento em quem está assistindo”, diz a CEO.

Parque Tecnológico recebe AGN e discute nova linha de crédito para startups

18/07/2019 | ASCOM | INOVA | EMPREENDEDORISMO | PARQUE TECNOLÓGICO | VISITA


Representantes do Parque Tecnológico Metrópole Digital e da incubadora Inova Metrópole se reuniram na tarde de quinta-feira (18) com a presidente da Agência de Fomento do RN (AGN/RN), Márcia Maia, e seus assessores, para discutir a criação de uma nova linha de crédito voltada para startups potiguares.

A proposta gerida pela agência é oferecer às novas empresas de tecnologia um capital que auxilie as suas atividades empreendedoras. “A ideia é oferecer apoio, de modo que essas startups possam ajudar a aquecer a economia do Estado e gerar emprego e renda”, conta a presidente.

O encontro, que aconteceu na sede do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), marcou o início de um diagnóstico preliminar. Segundo o assessor de planejamento da AGN, Fernando Varela, é preciso saber qual o capital médio demandado pelas empresas vinculadas à Inova Metrópole e suas demais especificidades de negócio.

“Queremos entender melhor a realidade dessas empresas, de modo que saibamos se podemos usar alguma das linhas de crédito já existentes na AGN ou se precisaríamos criar uma nova”, explica o assessor.

Além disso, os participantes da reunião também discutiram sobre os meios de operacionalizar a nova linha de crédito, debatendo temas como constituição de aval solidário, capital disponível, valor de parcelas, entre outros pontos.

Estiveram presentes na reunião o vice-presidente do Parque Tecnológico, Rodrigo Romão, e a gerente operacional e o assessor contábio da Inova Metrópole, Raquel Maciel e Cleber Ferreira.

 

BlinDog recebe investimento de 300 mil reais no programa de TV Shark Tank

15/07/2019 | ASCOM IMD | EVENTO | INOVA | EMPREENDEDORISMO


A BlinDog, empresa vinculada à incubadora Inova Metrópole, do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), recebeu, na última sexta-feira (12), após participar do programa de TV Shark Tank, um investimento de 300 mil reais.

Especializada em produtos tecnológicos para cachorros, a BlinDog alcançou reconhecimento no programa, gravado em maio pelo canal Sony, por meio do empresário João Appolinário, presidente e fundador da Polishop. Segundo as sócias Luana Wandecy e Natália Dantas, o investimento representa uma meta alcançada.

“Foi tenso, emocionante e surpreendente até para nós. Mas foi realmente o que a gente queria, nosso foco era João Appolinário e conseguimos. Ficamos muito satisfeitas com o resultado”, conta Luana Wandecy.

Negociações

Programa que oferece a oportunidade de empresas de todo o Brasil fecharem acordos com os grandes investidores do mercado (“sharks”), o Shark Tank contou com uma negociação acirrada para a BlinDog.

Inicialmente, a startup propôs aos investidores um valor de 300 mil reais por 6% da empresa. Após a apresentação de seu produto – uma coleira criada para auxiliar cachorros cegos – e de abordarem temas como faturamento e mercado, a BlinDog finalizou as negociações com Appolinário, que ofereceu 300 mil reais por 33%.

“No final, ele decidiu investir em nós, com a condição de que não ficássemos só com um produto, mas criássemos uma linha de pets, a ser disponibilizada em todas as lojas Polishop”, conta Luana Wandecy.

Perfil empreendedor

As sócias contam que, para ganhar reconhecimento no programa, é preciso mais do que um produto que chame atenção: é necessário ter um bom perfil empreendedor.

“Apesar de no programa só aparecerem 15 minutos de negociação, conversamos por uma hora com os investidores. A todo o tempo era pergunta sobre Luana e Natália, sobre o nosso perfil de empreendedoras. Você pode ter um produto extraordinário, mas, sem um bom perfil, fica difícil negociar”, explica Luana Wandecy.

Para as sócias, a participação da startup no Shark Tank foi positiva não apenas pelo investimento, mas pela visibilidade gerada pelo programa, que, além da Sony, é televisionado pela rede Bandeirantes.

“Mas só a parte de estar lá já foi um grande passo. Não era só o investimento em si, a gente estava se lançando pra o mercado, além de tudo”, avalia Natália Dantas.

Diretor do Parque Metrópole participa de visita de investidores chineses em Macaíba

12/07/2019 | Ascom/IMD | PARQUE TECNOLÓGICO | VISITA


O diretor do Parque Tecnológico Metrópole Digital, professor Anderson Cruz, acompanhou ontem (11) a visita de uma comitiva de investidores chineses ao Instituto Santos Dumont (ISD), Organização Social (OS) que atua em áreas como educação e neurociências, e que mantém parceiras com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

O principal propósito do encontro foi o de conhecer um espaço físico não utilizado do Instituto – localizado em Macaíba (RN) – de modo que, em um futuro próximo, empreendedores chineses possam investir e enviar empresas de seu país para a criação de um parque empresarial do Estado.

“A ideia deles é usar uma ampla estrutura do ISD para ser sede de um novo parque. Nós, do Parque Metrópole Digital, seremos a célula digital, que os auxiliará nos serviços de Tecnologia da Informação (TI), de indústria 4.0, entre outras atividades”, explica  Anderson Cruz.

Atualmente, a construção do prédio encontra-se em fase de finalização. A previsão, segundo o professor, é que o novo parque seja implementado em 2021.

Além de Anderson Cruz e de representantes do ISD, estiveram presentes na visita o secretário geral da Associação Brasileira de Empresas Chinesas, Zhang Xin, e o CCO da State Power Investiment Corporation (SIPC Brasil) – instituição especializada na produção de energia elétrica.

 

Parque Tecnológico e Inova Metrópole realizam segunda edição do Conexão Potiguar

11/07/2019 | Ascom/IMD | INOVA | EMPREENDEDORISMO | PARQUE TECNOLÓGICO


O Parque Metrópole e a incubadora Inova Metrópole, em parceria com a comunidade Jerimum Valley, a Incubadora Tecnológica Natal Central (ITNC) e o Cubo Hub, realizam a segunda edição do Conexão Potiguar no próximo dia 16 de julho. A inciativa visa reunir atores do cenário empreendedor natalense a fim de discutir os mais recentes temas relativos à tecnologia, inovação e empreendedorismo. 

Voltado para a comunidade empreendedora da área de tecnologia, o evento acontece no Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) a partir das 19h. Nessa segunda edição, a discussão gira em torno do tema “Publicidade, Tecnologia e Inovação”.

Inscrições 

Estudantes de graduação ou pessoas interessadas na área do Empreendedorismo também podem participar do evento, que oferece 60 vagas para o público e cujas inscrições podem ser feitas gratuitamente no seguinte endereço eletrônico.

Para fomentar a discussão, o Conexão Potiguar recebe convidados oriundos do campo da Comunicação com ênfase e experiência no mercado de Marketing Digital e Empreendedorismo. Irão compor a mesa de debates a professora do curso de Publicidade e Propaganda da UFRN Marcela Costa, a docente e pesquisadora em Estudos da Mídia Lívia Cirne, e o comunicólogo e CEO da Mobister, Thiago Lins.

Cada um dos convidados discorrerá sobre o tema central do evento partindo do ponto de vista de sua área específica de atuação. Ao final do encontro, o público terá espaço para interagir com a banca.

BlinDog participará de programa Shark Tank nesta sexta

09/07/2019 | ASCOM | INOVA | INOVAÇÃO


Startup potiguar que tem sido destaque no mercado por seus produtos tecnológicos para cachorros, a BlinDog, empresa vinculada à incubadora Inova Metrópole, do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), será atração no programa Shark Tank, do canal Sony, nesta sexta-feira (12).

O programa, gravado em maio e que vai ao ar às 22h, contará com a participação das empresárias Luana Wandecy e Natália Dantas, CEO e CMO da BlinDog. Segundo elas, a experiência de participar da série de TV trouxe à empresa uma rica oportunidade de divulgação de seu trabalho.

“Mais do que os investimentos envolvidos no show, sabemos que aparecer em rede nacional é uma ótima oportunidade para nosso negócio. Além da divulgação em TV, o vídeo fica registrado no streaming e isso é muito bom para nossa publicidade”, avalia Luana Wandecy.

Shark Tank

Série de televisão com quatro temporadas já produzidas, Shark Tank é um programa que envolve publicidade, empreendedorismo inovador e investimentos.

Diante de cinco investidores milionários (conhecidos por “Tubarões”), as empresas participantes devem expor suas ideias de negócio em busca de receber financiamento. As propostas que interessarem aos investidores ganham verba e os “Tubarões”, em contrapartida, recebem de volta uma porcentagem dos lucros da empresa.

“Já acompanhávamos há muito tempo esse programa, que consideramos o melhor para divulgação empresarial”, expõe Natália Dantas. Segundo ela, as inscrições começaram no início deste ano e, junto da BlinDog, outras 63 empresas participaram das gravações do show de TV.

Criado nos Estados Unidos, o Shark Tank hoje é produzido em vários outros países do mundo, como Austrália, Portugal, Itália, entre outros. No Brasil, a série é transmitida também em canal aberto, pela Rede Bandeirantes.

BlinDog

Empresa vinculada à Inova Metrópole desde 2017, a BlinDog é uma startup que tem ganhado visibilidade no cenário nacional e internacional. Dentre os produtos desenvolvidos pela empresa, se destaca a “coleira inteligente”, que ajuda cachorros cegos a desviarem de obstáculos.

Além disso, a BlinDog tem em mente um segundo produto, que segue a mesma lógica da coleira, mas que visa conduzir o comportamento do cachorro sobre os lugares em que ele pode ou não estar, como camas, sofás, entre outros.