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Gerente executiva da Inova Metrópole recebe homenagem da Câmara Municipal de Natal

10/10/2019 | ASCOM | EVENTO | INOVA | PREMIAÇÃO


A professora Iris Pimenta, gerente executiva da incubadora Inova Metrópole do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), recebeu ontem (09) homenagem na Câmara Municipal de Natal em comemoração ao Dia do Administrador. Organizado pelo vereador Fúlvio Saulo (SD), o evento contou com o reconhecimento de 15 profissionais.

Para a docente, receber a homenagem do governo pela sua gerência na incubadora foi bastante gratificante. O processo de escolha teve início ainda em âmbito interno no IMD, quando empresários de startups indicaram a docente para receber o agradecimento.

“Para mim, foi muito bom sentir esse reconhecimento, principalmente na condição de administradora, uma profissão que busca manter a sinergia na instituição e fazer com que as coisas aconteçam”, ressalta Iris Pimenta.

Na sessão solene, foram homenageados profissionais que atuam em diferentes áreas, como empreendedorismo, saúde pública e segurança. Além do IMD, instituições como Corpo de Bombeiros e Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) também foram contempladas.

“Estes profissionais são responsáveis por sistematizar práticas necessárias para gerir organizações, planejar estratégias, coordenar equipes. Por isso, hoje, em celebração ao Dia do Administrador, homenageamos aqueles administradores de destaque em nossa cidade”, destacou em seu discurso o vereador Fúlvio Saulo (SD).

Assista ao evento na íntegra clicando aqui.

Administrando inovação

Para a professora, o trabalho como administradora de uma instituição como a Inova Metrópole é uma atividade complexa, que requer planejamento, trato com pessoas e sinergia com diferentes empresas e negócios.

“Gerenciar a Inova Metrópole é olhar para tudo isso. É administrar não apenas a incubadora, mas trabalhar com as diversas empresas vinculadas a nós. Tudo se torna mais complexo, principalmente quando o trabalho dessas startups é estar um passo à frente do mercado e gerar inovação”, comenta Iris Pimenta.

Atualmente, a Inova Metrópole conta com 14 empresas em fase de incubação e 9 em pré-incubação. Além de oferecer infraestrutura física, a incubadora promove assessorias em gestão, marketing, finanças, entre outras áreas, auxiliando empresários a otimizarem sua atuação no mercado tecnológico.

Inova Metrópole vai abrir inscrições para programa de pré-incubação de empresas

10/10/2019 | Ascom/IMD | PROCESSO SELETIVO | INCUBAÇÃO


 

Mecanismo de estímulo e apoio ao empreendedorismo, inovação e geração de novos negócios em tecnologia, a Inova Metrópole – incubadora de empresas do Parque Tecnológico o Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) – lançará até o início de novembro um edital para seleção de empreendedores interessados em seu programa de pré-incubação.

O processo seletivo, cujas inscrições poderão ser feitas por meio deste site, visa selecionar quatro empresas de tecnologia que estejam em processo inicial de amadurecimento mas que já tenham um protótipo funcional de produto ou serviço.

As empresas selecionadas para a pré-incubação receberão da Inova Metrópole uma série de benefícios para apoiar seu desenvolvimento, como infraestrutura física diferenciada, consultorias em áreas como contabilidade, marketing, gestão, entre outras, e o acesso a um dinâmico ecossistema empresarial e acadêmico de negócios e inovação.

Processo seletivo

A seleção de empresas será conduzida por meio de uma comissão instituída pela Inova Metrópole e consistirá em duas etapas: análise documental e avaliação da proposta de produto ou serviço.

Na primeira fase, serão avaliados os documentos anexados no ato de inscrição, momento em que a comissão vai averiguar a veracidade e o envio completo de todo o material exigido em edital.

Já na segunda etapa, os candidatos serão convocados para uma entrevista junto à comissão. Neste momento, os concorrentes farão eventuais complementações para avaliação da proposta de negócio. Nesta fase, também será analisado o currículo do empreendedor, sua disponibilidade de tempo para o negócio e demais aspectos sobre o produto ou serviço, como tecnologia, capital, entre outros.

Para participar da seleção, as empresas candidatas não poderão ter sido graduadas pela Inova Metrópole, nem ter débitos com a incubadora. Além disso, será preciso anexar, no ato de inscrição, uma série de documentos previstos no edital.

Programas

A vinculação à incubadora Inova Metrópole funciona por meio de dois programas: o de pré-incubação e o de incubação.

Direcionado a empresas que estejam começando seus negócios em Tecnologia da Informação (TI), o processo de pré-incubação – que tem duração de 12 meses, prorrogáveis por mais seis – é destinado a empreendimentos que já tenham um protótipo funcional de produto ou serviço e que necessitam de apoio para transformá-lo em um negócio viável.

Para isso, são oferecidas facilidades como uso de Data Center, orientação tecnológica e empresarial por meio de mentorias em grupo e individualizadas, capacitação para empreendedores, divulgação midiática, entre outros serviços.

Já o processo de incubação tem duração de 36 meses, podendo ser prorrogado por mais 12, e é direcionado a empresas de TI que estejam no seu estágio inicial de comercialização.

Infraestrutura

A Inova Metrópole conta hoje com 23 empresas, sendo nove pré-incubadas e 14 incubadas. A instituição está localizada na sede do IMD, uma estrutura de mais de 8 mil m², distribuídos entre 137 salas. Confira aqui a lista de empresas cadastradas no programa de pré-incubação.

Além dos ambientes de coworking (específicos para empresas em pré-incubação), a incubadora oferece acesso a salas de reunião e ao Datacenter do IMD, centro de processamentos que abriga um supercomputador com capacidade com mais de 2,1 mil núcleos de processamento e 8 terabytes de memória RAM.

Tudo isso é oferecido aos empresários por mensalidades subsidiadas, que vão de R$ 224,79 (para pré-incubados) a R$ 522,18 (para incubados).

Parque lança Plano de Internacionalização e oferece palestra com Tommaso Di Bartolo

02/10/2019 | Ascom/IMD | EVENTO | EMPREENDEDORISMO


Para marcar o lançamento do Plano de Internacionalização de seu Parque Tecnológico, o Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) sediou, na manhã de hoje (2), a palestra “Growth Hacking: o atalho para sua startup decolar”, do empreendedor do Vale do Silício Tommaso Di Bartolo.

O Plano de Internacionalização visa tanto atrair empreendimentos estrangeiros para o ecossistema local de inovação como oferecer oportunidades para empresas credenciadas ao Parque Tecnológico Metrópole Digital de criar parcerias e se lançar no mercado global.

Segundo o professor Anderson Cruz, diretor do Parque, o evento é estratégico para o projeto de internacionalização. “A gente precisa começar demonstrando para as empresas que é importante acessar outros mercados e ter uma visão global. Para isso, alguém vir mostrar como funciona o crescimento de uma empresa lá no Vale do Silício é fundamental”, afirma ele.

Growth Hacking

Empresário radicado há 10 anos no polo tecnológico mais emblemático do mundo, e criador de quatro startups de sucesso, Tommaso Di Bartolo, no início de sua apresentação, abordou sua trajetória enquanto empreendedor e investidor. Logo após, a palestra seguiu com a apresentação do conceito de growth hacking.

Growth hacking nada mais é do que uma forma mais ágil de lançar produtos e serviços no mercado, fazendo uso de ferramentas para aumentar o engajamento e a curiosidade do público”, explica o empreendedor.

Segundo Tommaso Di Bartolo, a ideia se baseia em três pilares. O primeiro deles diz respeito à comunicação, item estratégico para explicar ao público qual o diferencial do produto ou serviço desenvolvido pela empresa. Para exemplificar essa parte, o palestrante expôs a estratégia de “gatilhos” de comunicação, como a apresentação do produto ou serviço por meio de uma conotação de exclusividade e escassez

Já o segundo pilar diz respeito à “recalibração do ponto de vista”. Nesse quesito, o empresário abordou uma série de estratégias que dizem respeito à inovação no oferecimento de produtos. Uma delas consiste no lançamento de produtos, tarefa que, segundo Bartolo, deve ser feita de modo planejado, com um público-alvo já estabelecido e engajado previamente.

O terceiro e último pilar consiste no uso de ferramentas digitais - como aplicativos, portais e sistemas - que auxiliam o growth hacking. Para este ponto, Bartolo apresentou uma série de soluções que automatizam o engajamento e aumentam o tráfego de usuários em páginas online.

Internacionalização

O Plano de Internacionalização do Parque Tecnológico foi apresentado, durante o evento, pelo seu diretor, Anderson Cruz, e pelo gerente responsável pela sua operacionalização, Marcelo Pelicano.

O projeto prevê três vertentes de ações. A primeira é de cunho institucional e se traduzirá na realização de missões no exterior, participação em eventos e no convite e recepção de empresas de fora que queiram conhecer o ecossistema de inovação local. Nesse caso, objetiva-se fazer a prospecção para trazer empresas estrangeiras para se instalarem no Parque.

Em um outro sentido, a meta é contribuir para abrir o mercado internacional para as empresas que já estão no Parque. Para isso, a ideia é fazer consultoria para as startups que se interessem pela ação. “Dentre outros objetivos, vamos tentar fazer com que a empresa se transforme em um negócio internacional”, explica Pelicano.

Ainda segundo ele, uma outra forma de contribuir para as empresas acessarem o mercado de fora é incentivar e dar condições aos representantes das startups de participarem de eventos no exterior e fazerem intercâmbios entre empresas, numa parceria internacional.

A terceira vertente de internacionalização, de acordo com Pelicano, é a cooperação entre parques tecnológicos. “Assim, podemos oferecer oportunidades para as empresas desses parques aqui, e eles oferecerem para nós em seus países”, explica o gerente.

Compromisso

O evento ainda contou com a abertura do professor Ivonildo Rêgo, diretor do IMD, que, na ocasião, agradeceu aos patrocinadores e participantes do evento e reafirmou o compromisso do Instituto com a Educação e com a missão de desenvolver um polo de empresas de TI no Estado, por meio do Parque Tecnológico e da incubadora de empresas Inova Metrópole.

Ainda em sua fase de abertura, o evento também contou com o gerente da Unidade de Inovação e Tecnologia do Sebrae-RN, João Bosco Freire, que aproveitou para apresentar o Programa Centelha, edital de seleção de empresas e ideias inovadoras que oferece recursos de até R$ 53 mil. “É um edital que está sendo aplicado em todo o Brasil e visa formar 20 mil empreendedores em todo o país, além de criar mais de 500 startups no território nacional”, comentou ele.

 

Submissão de propostas para o Conecta Startup Brasil tem prazo prorrogado

01/10/2019 | ASCOM | EMPREENDEDORISMO | INOVAÇÃO


A submissão de propostas para o Conecta Startup Brasil – programa que tem por objetivo formar empreendedores e subsidiar a criação e o desenvolvimento de novas empresas de tecnologia – foi prorrogada até o dia 13 de outubro. O programa deve selecionar, em sua primeira fase, 100 startups, 20 de cada região do Brasil e investirá até R$ 100 mil nos empreendimentos selecionados em todo o país.

Além da prorrogação, outros pontos no edital do programa também foram modificados, como as datas referentes ao cronograma de atividades de programa e os critérios de elegibilidade e habilitação das propostas. Confira a retificação do edital neste endereço.

Voltado para empresários, estudantes e demais interessados em empreendedorismo, o Conecta se constituiu em uma ação conjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da SOFTEX, em parceria de execução do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), como parceria estratégica.

Seleção

O processo seletivo é dividido em quatro etapas principais. A primeira é a preparação, na qual empresas já estabelecidas no mercado cadastram uma série de desafios reais – voltados para diferentes áreas, como agronegócio, biotecnologia, energia, saúde, smart cities, entre outras.

É também na etapa inicial que as instituições do mercado oferecem aos participantes interessados nos seus desafios capacitações por meio de Educação a Distância (EaD).

Em seguida, na etapa de “conceituação”, serão selecionadas 100 startups, que vão receber aporte financeiro de R$ 20 mil cada uma. A terceira fase, de validação, vai escolher, a partir desse número, 50 empresas, que serão financiadas com R$ 30 mil. Esse total será mais uma vez reduzido, por meio de concorrência, sendo escolhidas as 25 finalistas, que receberão R$ 50 mil.

Ou seja, o valor total que uma empresa que passar por todas as etapas do programa pode receber será de R$ 100 mil, no formato de bolsas do CNPq. No entanto, mais R$ 100 mil poderão ser investidos por empresas privadas ao término desse processo, totalizando R$ 200 mil.

Apesar do Conecta Startup Brasil apresentar para as equipes concorrentes demandas reais do mercado, as startups ou equipes de empreendedores que queiram concorrer não precisam, necessariamente, desenvolver seu produto ou serviço vinculado a esses objetivos pré-determinados.

Para ter acesso a mais informações sobre o programa, basta acessar a sua página nacional ou o seguinte endereço eletrônico com opções para tirar dúvidas. Já o seu edital, com todas as regras e orientações, pode ser encontrado através deste LINK.

 

Programa Centelha tem inscrições abertas até 14 de outubro

27/09/2019 | Ascom/IMD | TECNOLOGIA | INSCRIÇÕES


O Programa Centelha – iniciativa nacional que tem como principal intuito investir em ideias inovadoras e oferecer capacitação e suporte financeiro de R$ 53 mil a projetos de tecnologia – está com inscrições abertas até o dia 14 de outubro.

O programa, direcionado a startups, estudantes e demais empresas de tecnologia, foi apresentado ao Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) na última quarta-feira (25).

O encontro foi conduzido pela consultora Etelvina Glaê, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RN), e contou com a participação de estudantes de tecnologia da informação (TI) e professores do IMD.

Na ocasião, foi apresentado o edital e explicado todo o funcionamento do programa. Além disso, o evento serviu para estudantes de tecnologia tirarem dúvidas sobre as etapas e benefícios da iniciativa.

Programa Centelha

O programa tem o propósito de estimular a criação de ideias inovadoras e disseminar a cultura empreendedora no Brasil. Para isso, o Centelha visa atingir estudantes, empreendedores e startups que desejam fazer diferença no mercado atual.

Para isso, o edital selecionará os 15 melhores projetos de tecnologia, que deverão, de acordo com o edital, atender a uma série de quesitos e trabalhar em áreas específicas do mercado.

A chamada pública vai destinar um capital de R$ 800 mil ao todo, sendo R$ 600 mil da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e R$ 200 mil do Sebrae-RN.

Além disso, o programa oferece outros benefícios, como capacitações para alavancar negócios, serviços de parceiros, acesso a incubadoras e a potenciais investidores, ampliação de networking e divulgação da empresa.

O Edital Centelha é promovido pela Finep e executado pelo Sebrae, tendo como executores a Fapern, Fiern e o Parque Tecnológico Metrópole Digital. A operacionalização é da Fundação Certi, em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais e Amparo à Pesquisa (Confap) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

No dia 12 deste mês, o Parque Tecnológico marcou presença no evento de lançamento que abriu inscrições do edital para o Rio Grande do Norte.

Parque Metrópole lança Plano de Internacionalização com palestra de empreendedor do Vale do Silício

24/09/2019 | Ascom/IMD |


Criar uma empresa de tecnologia de sucesso não é uma tarefa fácil. Mas fundar várias startups com trajetórias bem-sucedidas no maior e mais emblemático polo de inovação do mundo, é façanha para poucos. Esse é um dos motivos pelos quais empreendedor Tommaso Di Bartolo, radicado há 10 anos no Vale do Silício, na Califórnia (EUA), roda o mundo como palestrante, contando sua experiência.

E ele vai estar no Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) no próximo dia 2 de outubro, às 9h, para dar uma palestra gratuita, intitulada “Growth Hacking: o atalho para a sua startup decolar”. O evento vai marcar o lançamento do “Plano de Internacionalização do Parque Tecnológico Metrópole Digital”, que passará a desenvolver uma série de atividade e estratégias tanto para abrir mercados estrangeiros para suas empresas, como para trazer empreendimentos de fora para o Estado.

As inscrições para o evento, que tem vagas limitadas, podem ser feitas por meio do seguinte endereço eletrônico. Fluente em vários idiomas, Di Bartolo irá ministrar a palestra em português.

Percurso empreendedor

Tommaso Di Bartolo construiu um sólido percurso empreendedor ao criar quatro startups, duas das quais foram adquiridas por investidores. Atualmente, ministra aulas na Universidade da Califórnia, em Berkeley, e realiza mentorias na aceleradora do Google Launchpad, um programa de aceleração global que ajuda as startups a criarem e escalar produtos, combinando-os com os recursos da gigante de tecnologia.

Além disso, Di Bartolo também faz mentorias para a Universidade Draper, localizada pelo Vale do Silício e criada por Tim Draper, um dos primeiros investidores da Tesla, Skype e Hotmail. A instituição tem sido um ponto de atração mundial de jovens empreendedores, reunindo empresários, fundadores de startups, executivos e aqueles que estão em vias de criar seu negócio de tecnologia.

O palestrante ainda atua na The Alchemist Accelerator, é sócio fundador da Awesm Ventures, fundo de investimento em startups, e presidente do SiliconVal.ly, instituição de educação corporativa especializada em transformação digital e inovação empreendedora. Thommaso Di Bartolo lançará seu primeiro livro, “How to Growth Hack your Startup” em outubro, nos Estados Unidos, e no mês de dezembro no Brasil.

Internacionalização

Alguns passos para a internacionalização do Parque Metrópole já vinham sendo dados, conforme conta o seu diretor, professor Anderson Paiva Cruz. Um deles foi a participação da gerente executiva da Inova Metrópole, Iris Pimenta, e de representantes de algumas startups ligadas à incubadora, ao Vale do Silício, neste ano, por meio de uma missão técnica organizada pelo Sebrae.

O próprio Anderson Cruz realizou uma visita à China, integrando uma missão do Governo do Estado, na qual fez contato direto com vários empresários e conheceu parques tecnológicos no sul do país. Ele esclarece que, apesar de ambas as visitas – à China e ao Vale do Silício – se constituírem em contatos iniciais, podem render frutos com uma ação futura dirigida para parcerias.

O Plano de Internacionalização prevê três vertentes de ações. A primeira delas é de cunho institucional e se traduzirá na realização de missões no exterior, participação em eventos e no convite e recepção de empresas de fora que queiram conhecer o ecossistema de inovação local. Nesse caso, objetiva-se fazer a prospecção para trazer empresas estrangeiras para se instalarem no Parque.

Abrir mercado

Em um outro sentido, a meta é contribuir para abrir o mercado internacional para as empresas que já estão no Parque Tecnológico. Para isso, a ideia é fazer consultoria para as startups que se interessem pela ação. “Dentre outros objetivos, vamos tentar fazer com que a empresa se transforme em um negócio internacional”, explica Marcelo Pelicano, gerente do recém-criado Projeto Mais Internacionalização.

Ainda segundo ele, uma outra forma de contribuir para as empresas acessarem o mercado de fora é incentivar e dar condições aos representantes das startups de participarem de eventos no exterior e fazerem intercâmbios entre empresas, numa parceria internacional.

A terceira vertente de internacionalização, de acordo com Pelicano, é a cooperação entre parques tecnológicos. “Assim, podemos oferecer oportunidades para as empresas desses parques aqui, e eles oferecerem para nós em seus países”, explica ele.

Instrumentos

Os instrumentos iniciais para que tais ações sejam feitas serão, além da criação do próprio plano de internacionalização, a formulação de um programa de Soft Land (parceria para cooperação entre parques tecnológicos) e o lançamento de um futuro edital para a seleção das empresas interessadas em participar desse processo.

Mas a primeira ação para internacionalização do Parque é a própria palestra de Tommaso Di Bartolo, ressalta Anderson Cruz. “A gente precisa começar demonstrando para as empresas que é importante acessar outros mercados e ter uma visão global. Por isso, alguém vir mostrar como funciona o crescimento de uma empresa lá no Vale do Silício, é fundamental para isso”, afirma.

Programa de fomento Conecta Startup segue com edital aberto até próxima sexta-feira (27)

23/09/2019 | Ascom/IMD | EMPREENDEDORISMO | INOVAÇÃO


O programa Conecta Startup Brasil, que tem o principal objetivo de formar empreendedores e subsidiar a criação e o desenvolvimento de novas empresas de tecnologia, está com edital aberto para submissão de propostas até o dia 27 de setembro. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) é parceira estratégica do programa, que vai investir até R$ 100 mil nos empreendimentos selecionados em todo o país.

A iniciativa é dirigida a empresários e estudantes interessados em empreender. Em sua primeira fase, deve selecionar 100 startups, 20 de cada região do país. O Conecta Startup se constituiu em uma ação conjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da SOFTEX, em parceria de execução do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Seleção

O processo seletivo é dividido em quatro etapas principais. A primeira é a preparação, na qual empresas já estabelecidas no mercado cadastram uma série de desafios reais – voltados para diferentes áreas, como agronegócio, biotecnologia, energia, saúde, smart cities, entre outras.

É também na etapa inicial que as instituições do mercado oferecem aos participantes interessados nos seus desafios capacitações por meio de Educação a Distância (EAD).

Em seguida, na etapa de “conceituação”, serão selecionadas 100 startups, que vão receber aporte financeiro de R$ 20 mil cada uma. A terceira fase, de validação, vai escolher, a partir desse número, 50 empresas, que serão financiadas com R$ 30 mil. Esse total será mais uma vez reduzido, por meio de concorrência, sendo escolhidas as 25 finalistas, que receberão R$ 50 mil.

Ou seja, o valor total que uma empresa que passar por todas as etapas do programa pode receber será de R$ 100 mil, no formato de bolsas do CNPq. No entanto, mais R$ 100 mil poderão ser investidos por empresas privadas ao término desse processo, totalizando R$ 200 mil.

Apesar do Conecta Startup Brasil apresentar para as equipes concorrentes demandas reais do mercado, as startups ou equipes de empreendedores que queiram concorrer não precisam, necessariamente, desenvolver seu produto ou serviço vinculado a esses objetivos pré-determinados.

Para ter acesso a mais informações sobre o programa, basta acessar a sua página nacional, no seguinte endereço eletrônico ou esta página com opções para tirar dúvidas. Já o seu edital, com todas as regras e orientações, pode ser encontrado através deste LINK.

Parque Metrópole Digital visita Evolux e acompanha suas atividades institucionais

19/09/2019 | ASCOM | PARQUE TECNOLÓGICO | VISITA


No intuito de acompanhar o andamento de suas empresas credenciadas e reafirmar seu compromisso de auxiliar o desenvolvimento tecnológico do mercado potiguar, o Parque Tecnológico do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) visitou, nesta quarta-feira (18), a empresa Evolux Sistemas.

Durante o encontro, o Parque Metrópole – representado pelo seu vice-diretor Rodrigo Romão, a assessora de articulação Viviane Medeiros e o tecnólogo de marketing Thércio Leite – reiterou o seu compromisso de beneficiar todo o ecossistema tecnológico envolvido.

“A nossa preocupação é manter um relacionamento próximo com as empresas credenciadas, para ouvi-las, conhecer um pouco mais, procurar saber em que o Parque pode ser útil e ter um feedback para o nosso aprendizado”, ressalta o vice-diretor Rodrigo Romão.

Para receber a comitiva, a Evolux foi representada pelo CEO Gustavo Diógenes, Fabiana Nunes, gerente administrativa, e Flaviane Albano, contadora. Durante o encontro, os membros da empresa apontaram uma série de sugestões para melhorar a relação entre academia e mercado.

“O grande desafio das empresas é conseguir talentos e buscar mercado. Os vetores que estamos procurando são esses e o Parque Metrópole pode ajudar nisso”, considera Gustavo Diógenes.

O CEO também destacou os desafios existentes no mercado e apontou como a Evolux tem feito para superar essas questões. Na ocasião, Rodrigo Romão ressaltou a disponibilidade do Parque Tecnológico em auxiliar na resolução desses desafios.

Capital humano

Além disso, os participantes ainda discutiram ações do IMD que favorecem empresas de tecnologia, especialmente no que diz respeito à formação de capital humano.

“O Instituto hoje tem oferecido um modelo de formação acadêmica inovadora, que tende cada vez mais a entender e se adaptar às exigências do mercado tecnológico”, ressalta o vice-diretor Rodrigo Romão.

Sobre a Evolux

Criada com o principal propósito de otimizar os serviços de call center e oferecer um produto diferenciado de tele atendimento, a Evolux tem inovado, por meio da tecnologia, a operacionalidade de várias empresas do mercado brasileiro e do exterior.

Fundada em 2011 pelos sócios Gustavo Diógenes, Ítalo Rossi e Humberto Diógenes, a empresa desenvolveu um sistema de gestão de voz, específico para call centers que atendam aos seguintes critérios: foco na experiência do cliente, operações críticas e alto valor agregado.

Hoje, a empresa, com um total de 46 colaboradores, atende a mais de 40 instituições, oriundas de diferentes Estados do Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará, Pernambuco, entre outros.

Desafios tecnológicos são apresentados durante lançamento do Conecta Startup no IMD

18/09/2019 | ASCOM | EVENTO | INOVA | EMPREENDEDORISMO | INOVAÇÃO


Reunindo empresários, estudantes e professores para uma noite de debates sobre empreendedorismo e inovação, o Instituto Metrópole Digital, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (IMD/UFRN), sediou ontem (17) o evento de abertura do Conecta Startup Brasil.

Com a participação de instituições de diferentes ramos do mercado, o principal intuito do roadshow Natal foi o de apresentar aos interessados uma série de desafios elencados por essas empresas, temas estes que nortearão os candidatos do Conecta na criação de novas tecnologias – as mais bem avaliadas receberão aportes financeiros que poderão chegar a R$ 100 mil no formado de bolsas do CNPq.

Para isso, foram convidadas as diretores e representantes da Interjato Soluções, BQMIL e Massa Finna, que ficaram responsáveis por apresentar os desafios tecnológicos sobre os quais trabalharão os participantes do Conecta.

Na ocasião, foram expostas necessidades em áreas como segurança pública, mineração de dados e aplicações, sistemas de gestão empresarial e demais ferramentas de logística.

Promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e SOFTEX, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conecta Startup conta com prazo para submissão de propostas até o dia 27 de setembro.

Dúvidas

Além da apresentação dos desafios para futuros empreendedores, o roadshow também serviu para que os participantes pudessem tirar dúvidas sobre o Conecta Startup Brasil.

Na ocasião, a analista regional de desenvolvimento da SOFTEX, Mariana Matos, esteve presente para esclarecer questões como fornecimento de bolsas do CNPq, processo de inscrição, quesitos necessários para participar do Conecta, entre outros.

“É importante que o candidato leia o edital com calma e conheça todos os procedimentos para inscrição”, indica a analista.

Conecta

Tendo como público-alvo “equipes empreendedoras” e/ou “startups em estágio de ideação”, o programa é dividido em quatro etapas principais.

A primeira é a fase de preparação, na qual é feito o cadastro dos desafios locais – relacionados a demandas reais de empresas já estabelecidas no mercado – e as capacitações dos empreendedores que queiram inscrever projetos, por meio do método de Educação a Distância (EAD).

Já na “fase de conceituação” serão selecionadas 100 startups, que vão receber o aporte financeiro de R$ 20 mil cada. A terceira fase, de validação, vai escolher, a partir desse número, 50 empresas, que serão financiadas com R$ 30 mil. Esse total mais uma vez vai ser reduzido, por meio de concorrência, sendo escolhidas as 25 finalistas, que receberão R$ 50 mil.

Ou seja, o valor total que uma empresa que passar por todas as etapas do programa pode receber será de R$ 100 mil, no formato de bolsas do CNPQ. No entanto, mais R$ 100 mil poderão ser investidos por empresas privadas ao término desse processo, totalizando R$ 200 mil.

Apesar do Conecta Startup Brasil apresentar para as equipes concorrentes demandas reais do mercado, as startups ou equipes de empreendedores que queiram concorrer não precisam, necessariamente, desenvolver seu produto ou serviço vinculado a esses objetivos pré-determinados.

Cases

Para inspirar inovação e empreendedorismo nos participantes do roadshow, o evento ainda contou com debates sobre inovação aberta (open innovation).

Na ocasião, participaram Breno Fontes, CEO da empresa OutGo, Tiago Fernandes, diretor da Autoforce, Anderson Araújo, CEO da Inovall, e Monnaliza Medeiros, marketing manager do Jerimum Valley.

Os debates abordaram temas como formas de conseguir clientes e fazer negócios crescerem, etapas de criação de produtos, cases de empresas de tecnologia, entre outros assuntos.

No intuito de encorajar aqueles que, com o Conecta Startup, buscam criar um novo negócio em tecnologia, Anderson Araújo enfatiza: “Tudo começa com um propósito. É o que faz o empreendedor acordar cedo, trabalhar várias horas por dia e se manter motivado”.